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Porquinhos
da Índia
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Conhecido também como preá e cávia (parente), este roedor tem sua
origem desconhecida, mas acredita-se que ele originário
do Brasil (Sul e Sudeste), Argentina e Paraguai.
Acredita-se que tenha sido
domesticado na América do Sul desde os tempos pré-incas.
Foram levados para Europa no século XVI, e durante os
quatro séculos seguintes foram conservados na maioria
dos países europeus e América do Norte como animais
domésticos e foram usados como alimento nos países
Mediterrâneos e na América do Norte. É conhecido nos EUA
como Guinea Pig.
São animais, da
ordem Rodentia e família Cavidae, rústicos
e muito resistentes, adaptando-se facilmente a qualquer
habitat. São bastante tímidos, curiosos e ariscos que
quando afugentados, correm aos pulos, soltando um grito
agudo.
A seguir, uma
tabela, apresentando suas principais características: |

Imagem:
articnomad |
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Tamanho
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20 – 30 cm |
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Peso
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800g – 1,5kg |
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Hábitos
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noturnos |
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Expectativa de Vida
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2 – 4 anos |
Quanto à alimentação,
Porquinhos são herbívoros, e a fim de conservar a melhor forma
física possível, devem receber uma alimentação adaptada, com teores
suficientes em celulose. Eles não podem sintetizar a sua própria
vitamina C, por isso ela deve fazer parte de sua dieta. O consumo
diário de ração deve ser de 30 a 35 g e o de água deve ser de 50 a
100 ml. A dieta ideal é formada por ração específica para
porquinhos-da-índia, verduras, repolho, couve, dente-de-leão e
cenoura. Nunca dê frutas cítricas para roedores, pois irritam a
mucosa bucal.
Os
porquinhos-da-índia são animais resistentes às doenças, porém, é
muito importante fazer exame periódico verificando o aspecto e a
sanidade dos animais. Muitas das doenças provem do manejo errado: da
falta de higiene nos alojamentos, superpopulação, ambientes com
pouca ventilação ou temperaturas elevadas, correntes de ar e ainda
alimentação inadequada. A melhor
prevenção é conservando as instalações limpas, bem ventiladas e
fazer a verificação periódica nos animais, afastando também certos
males como piolho, sarna e vermes. Não esquecer de colocar em
quarentena qualquer novo animal introduzido na criação e manter uma
alimentação fresca e balanceada.
Normalmente quando o animal está doente ele se torna triste e seus
pêlos ficam secos e arrepiados.
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Ele deve ser
mantido em instalações apropriadas (não utilize gaiolas
de coelho e de Hamster), com fundo que não seja de
arame, pois este material pode trazer danos a suas
patas. Aquários podem servir como casinha, desde que
sejam grandes e tenham ventilação adequada, evitando que
o ambiente se torne muito quente e úmido.
Para acostumá-lo ao
manuseio, é importante adquirir o animal com cerca de 30
dias a 4 meses de idade. |

Imagem:
mszippycat |
Com
dois a três meses de idade esse animal já está apto a se reproduzir,
por isso, é conveniente separar os sexos na época da desmama.
Para o macho, o ideal é iniciar a idade
reprodutiva com oito meses de idade e para a fêmea a partir dos
cinco meses. O cio do porquinho-da-índia dura entre seis e onze
dias. Quando ocorre o cruzamento, a fêmea entrará num período de
gestação média de 68 dias, nascendo cerca de 2 a 3 filhotes. Após o
parto, fêmea pode novamente vir a entrar no cio no período de 6 a 8
horas,por isso não deixe o macho junto com a fêmea senão eles podem
acasalar de novo.
No
período de gestação é muito importante tomar cuidado com as fêmeas,
evitando o seu manuseio, pois podem ocorrer ocasionalmente partos
prematuros aonde a fêmea venha a perder parte ou todos os filhotes.
A alimentação deve ser reforçada.
A
amamentação dura cerca de 10 a 21 dias e a desmama ocorre entre 14 e
21 dias. Após o período da desmama, é importante separar os filhotes
da mãe, pois os dentes já estão bem desenvolvidos e a cria pode
machucar a mãe.
Os
filhotes nascem, em média, com 75 a 100 gramas e quando são
desmamados pesam entre 200 e 250 gramas. Com oito ou nove meses eles
alcançam seu completo desenvolvimento atingindo 500 a 600 gramas.
Esta rapidez no crescimento é explicada principalmente pela riqueza
do leite que é rico em proteínas e gorduras. Além do leite, os
filhotes com apenas três dias de vida já se alimentam a base de
vegetais, ricos em vitamina C.
Texto
enviado por: Natalinha Vieira |